''Still a little bit of your face I haven't kissed''
Sabe, me diz muito mais que isso! Me faz pensar nas pequenas coisas, que na hora parecem sem importância, e deixo pra lá. Quando a oportunidade passa, não sinto, necessariamente, um arrependimento, mas vejo sempre uma falha. Em diversas coisas, vejo ''uma parte do rosto que ainda não beijei''.
Um, muito obrigada, para o Damien Rice.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Eu e a música.
Hoje reparei em uma coisa engraçada: a música me tem! Domingo, tempo fechado, fui me fazer feliz indo comprar chocolate, e, no caminho, a primeira música que ouvi, foi The Prodigy - Breathe; que me fez caminhar, jurando, que eu tinha toda a força daquela batida. Playlist programada para tocar músicas aleatórias, começa Radiohead - All I Need. De repende, de uma sensação de superioridade, me senti melancólica, carente, e tudo o que eu poderia sentir ouvindo essa música. Pensei ''não é possível''; ''Como? e sem nunca ter notado''. Nessa hora, estava no caixa, tirei os fones por educação (risos), e pensava mais ''Estranho.'' Passos mirados para casa, voltei os fones no ouvido, então, começa The Dead Weather - Treat Me Like Your Mother! Essa música... som bom, sabe? E lá estava eu andando debochada, com expressões debochadas e, se fosse possível, estaria com laser nos olhos, atingindo qualquer um que fosse. Cheguei em casa.
Agora estou aqui, ouvindo meus albuns favoritos, sabendo da influência deles sobre mim. Eu estou sob a música, toda vez que a ouço.
Minha conclusão: a música é uma droga, que me faz ser submissa. Porém, faz com que eu me sinta expondo sentimentos, não que fique a mercê de todos eles, conforme mudam-se as faixas.
Agora estou aqui, ouvindo meus albuns favoritos, sabendo da influência deles sobre mim. Eu estou sob a música, toda vez que a ouço.
Minha conclusão: a música é uma droga, que me faz ser submissa. Porém, faz com que eu me sinta expondo sentimentos, não que fique a mercê de todos eles, conforme mudam-se as faixas.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Para variar...
Sabe, acabo sempre chegando a conclusão de que, muitas coisas, são dispensáveis. Muitas delas, quase me fazem perder o sono, e os cabelos; No fim, não era preciso. Mesmo com essa certeza, e uma vontade imensa, de me desprender de tudo o que não me faz bem, me vejo sempre dependente. Eu não queria ter o medo de talvez, muito distante, talvez, precisar daquilo, e acabar por não movê-lo de lugar. Um vício, que nem sei se luto contra, ou se finjo lutar, torcendo pra que, mesmo assim, ele fique. Presa. Fico presa, estocada, nesse lugar, de que duvido já ter saído. Por vezes, é bem desconfortável, mas é um desconforto que aprendi a controlar. Um conforto no desconforto, sim. A verdade é: tenho medo. Outra: sou covarde. Aqui é um sufoco. Mas um sufoco que sempre me foi seguro. Por enquanto, permaneço.
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