And there's no one else to blame, but me.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
É engraçado o fato da ausência ser tão presente. Agora, diferente de antes, acabaram-se as desculpas para justifica-la. Impossível fingir que isso não me atinge! Foi como se eu tivesse levado um soco do Tito Ortiz. Eu sei que uma hora verei que isso foi bom, que assim foi melhor... Mas até essa hora chegar, eu vou ficar aqui, perplexa com o que a esperança e a ingenuidade juntas podem resultar.
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